Quando, há três anos, aqui escrevi sobre como o título do Benfica ofuscou as celebrações dos 40 anos do 25 de Abril, longe estava de pensar que o superlativo dos três F’s da nossa cultura iria ocorrer tão pouco tempo depois.

Em 1992, por entre o hype do grunge e da música alternativa em geral, o rock estava a morrer… Nirvana, Pearl Jam e Oasis ditariam as regras do mainstream da década e nem mesmo o “album preto” dos Metallica serviu para equilibrar a balança.

Pode ser um nome quase desconhecido (pelo número de pessoas na sala, isso fica claro), mas poucos músicos terão tido uma carreira mais rica, diversificada e, ao mesmo tempo, visível e bem no centro do mainstream das últimas 4 décadas

A expectativa de vida nos países desenvolvidos passou de uns meros 46 anos em meados do século XIX a uns notáveis 85 anos na primeira década do século XXI, o que representa um aumento de 84% (ou de 39 anos).

Aqui há uns cinco anos, falámos de uma descoberta iminente que poderia chegar ao mercado cinco anos depois, ou seja, agora.

Sejam lá quais forem os defeitos de Diego Maradona, há que lembrar duas das qualidades que tem de sobra: a irreverência e a coerência, digo eu.

Faz agora 2 anos que, após aceitar um desafio da Equipa P3 (obrigado, Amílcar e Andréia), me aventurei a adivinhar o que seria o dia de hoje, 22 de Setembro de 2015, data do 4º aniverário do P3.

Faria hoje 100 anos um senhor chamado Lester William Polsfuss, também conhecido por Les Paul, icónico guitarrista e inventor, responsável por uma boa fatia do que é a música rock dos nossos dias.

Depois das Frankenstein (as 300 réplicas, de $25000 cada), das Wolfgang e das Striped Series, chega agora a EVH Star, modelo de 1980.